De uma antítese
De um paradoxo
Gosto de ti e ao mesmo tempo te odeio
Ora idealizo dias que nunca virão
Ora jogo água nos sonhos
Quero um dia de sol
Mas quero que chova
Quero que as flores sejam regadas
Eu sou paciente
Mas estou impaciente
Ainda estou esperando não esperar
Desliguei meu relógio
Queimei o calendário
Que venha o que tiver que vir

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